EM DESTAQUE

SERIA O FIM DA FUNDAÇÃO HOSPITALAR DE SAÚDE EM SERGIPE? QUESTÃO DE ORDEM

Diante de um cenário de incertezas é possível mesmo que a Fundação Hospitalar de Saúde acabe? Porque? Isso acontecendo, como ficaria a s...

19 de fevereiro de 2018

CANCELAMENTOS DO BOLSA FAMÍLIA PÓS RELATÓRIO DA CGU





Depois das mais de 25 mil inconsistências detectadas pela CGU-Controladoria Geral da União, no programa bolsa família em Sergipe, como o município de Aracaju deve atuar no que se refere aos cancelamentos, bloqueios e suspensão dos beneficiários? A resposta para esta e outras perguntas  você acompanha nesta entrevista com Rosângela Theobald, gerente do cadastro único e transferência de renda da Prefeitura de Aracaju.

Inscreva-se no canal! Compartilhe!

#Inclusão&Saúde #APAEdeAracaju

15 de fevereiro de 2018

GANHE DINHEIRO COM O MARKETING DIGITAL

Aprenda como ganhar dinheiro automático na internet usando Marketing Digital! 

Quando o objetivo é criar um verdadeiro negócio de sucesso na internet, não existe um único método. Existem vários! Para ser honesto, existem centenas de métodos na internet!

13 de fevereiro de 2018

PREVENÇÃO: O ÁLCOOL E AS MUDANÇAS DE COMPORTAMENTO NO CARNAVAL - IST's




Nesta entrevista o coordenador do programa de ITS-AIDS, da Secretaria Estadual de Saúde em Sergipe, o médico Almir Santana, fala sobre as consequências da mudança de comportamento das pessoas, sobretudo no carnaval, em função do uso de bebida alcoólica.

7 de fevereiro de 2018

Crise no Brasil? Em Sergipe? Certeza?



No país inteiro e em Sergipe não tem sido diferente, a palavra de ordem para quase tudo, senão, para tudo é crise. As contas do mês não fecham, o preço do combustível sobe toda semana, o do botijão de gás também, o índice de desemprego aumenta e tudo isso devido a quem? A crise. No setor público o cenário é o mesmo. Não tem dinheiro para bancar a saúde, educação, segurança, o social, enfim, para nada, mas, quando você se depara com números que mostram uma falta de controle nos gastos públicos logo surge a pergunta: Será que o problema do Brasil, que a tão falada desaceleração da economia é mesmo a crise? Números, por exemplo, como os que foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento Social após promover o que chamou de pente fino no Programa de Assistência Continuada (BPC) ou Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) impressionam.

Os dados mostram que em todo o país, foram encontradas cerca de 60 mil irregularidades, sendo que destas 17 mil pessoas estavam “mortas”, ou seja, mesmo após o óbito, alguém ainda recebia o dinheiro através do cartão do beneficiário. Outras 43 mil pessoas recebiam o recurso mesmo possuindo renda maior que o valor fixado para aderir ao programa. A economia anual gerada, neste caso, é de aproximadamente R$ 670 milhões.

Trazendo para a realidade de Sergipe os números colhidos com o INSS dão conta de que cerca de 850 pessoas recebiam irregularmente o benefício, sendo que 320 delas já tinham registros de óbitos, outras 530 tinham renda familiar acima do permitido. A suspensão gera uma economia anual de pouco mais de R$ 9,5 milhões aos cofres do Governo Federal, dinheiro que poderia ser revertido para outros fins ou destinado para quem, de fato, está enquadrado nos pré-requisitos estabelecidos.

Depois foi a vez do programa bolsa família. Em Sergipe, dos 271 cadastros, a Controladoria Geral da União, através de auditoria, constatou cerca de 44.500 inconsistências, destas, aproximadamente 8 mil são de famílias que têm renda superior a meio salário mínimo e terão o benefícios cancelados automaticamente pelo Ministério do Desenvolvimento. Há entre os supostos “carentes” funcionários públicos, gente com carro de luxo, etc e mesmo assim, recebiam o bolsa família.

Outros 25 mil cadastros serão bloqueados até que o beneficiário comprove que a renda per capta é inferior a R$ 170,00 já que estas famílias tiveram renda que variou entre R$ 170,00 e meio salário mínimo. O restante, em torno de dez mil cadastros, não serão bloqueados e nem cancelados, mas, os beneficiários terão que se recadastrar.

Agora, tudo isso foi verificado apenas a partir de um cruzamento de dados entre programas do próprio governo, acredita? ou seja, se fossem mais criteriosos no controle social, sobretudo, na base de dados, muito provavelmente, não teriam feito essa má distribuição de renda no estado assim como ocorreu também em outras partes do país. Ou isso não seria uma distribuição equivocada do dinheiro público?

Considerando que a média do valor do benefício no país foi de R$ 135,00/mês, podemos afirmar, que, no mínimo, só dos que serão cancelados automaticamente, o valor pago indevidamente foi de R$ 1.080,000,00/mês.  Levando em consideração ainda que a base dados utilizada para esse levantamento é de 2016 e que a CGU levou todo o ano de 2017 para concluir o trabalho é possível deduzir também que, que a soma dessa dinheirama chega a quase R$ 26.000.000,00 em dois anos. Bom, a proposta anunciada pelo governo é que os que comprovadamente receberam de forma irregular devolvam o dinheiro, a pergunta é: será que vai assim mesmo? Todos esses milhões retornarão aos cofres do poder público? Quando?
Sem falar que toda essa grana poderia ser revertida para beneficiar a quem de fato precisa ou dar outro direcionamento ao recurso.

Apesar dos dados serem absurdos e escandalosos, são informações assim que nos levam a crer que quando se quer fazer direito faz. Não importa de que lado está o partido do presidente, do deputado ou senador “A”, “B” ou “C”, vale a vontade política de querer fazer, no mínimo, o dever de casa, cuidar do dinheiro público e repartir direito a renda que por si só é gerada da própria população.

Voltando ao BPC, imaginemos o que daria para fazer com R$ 670 milhões de reais por ano com o Brasil? Ou, R$ 9,5 milhões Sergipe? Considerando, principalmente, as condições precárias de setores como a saúde, onde, há anos, sobram reclamações nas diversas áreas, desde a atenção básica até a alta complexidade.

Diante do que constatamos é no mínimo prudente que perguntemos: porque é tão difícil gerir a coisa pública? Seria pura falta de interesse do gestor, falta de zelo por se tratar de algo que é “público” e que, por esse conhecido rótulo, não faz sentido se preocupar? Seria a falta de competência, já que muitos desses cargos são concedidos por indicação política não levando em conta a capacidade técnica do seu ocupante? Pelo fato dele não ter, ao menos, uma assessoria administrativa/estratégica que seja ouvida? Porque, se foi possível cruzar dados agora com outras fontes às quais o governo tem acesso e detectar as inconsistências, isso já poderia ter sido providenciado antes e ter continuação de forma sistemática. Da mesma maneira que as pessoas que receberam indevidamente, ou seja, no lugar de outros que, de fato mereceriam o direito, devem ser chamadas à responsabilidade de alguma forma.

Em Sergipe os dados do INSS mostram que 57.841 pessoas recebem o BPC, sendo 41.131 beneficiários com a algum tipo de deficiência e 16.710 por serem idosos acima de 65 anos. Ou seja, só no estado, são mais de R$ 54 milhões por mês em jogo e mais de R$ 650 milhões por ano. É muita grana para que se brinque de administrar. E mesmo que fossem poucos recursos! Sem falar que todas estas pessoas, por uma regra já estabelecida pelo sistema, não contribuem com o INSS para obter esse direito o que significa dizer que o dinheiro vem de outros contribuintes.


São por situações assim que fica difícil acreditar que haja uma crise estabelecida de fato no país. O que se observa, claramente, é a falta de cuidado com aquilo que pertence ao povo e que, por uma questão legal, está nas mãos de políticos com mandatos que deveriam zelar pela responsabilidade que lhe foi confiada. O que se espera, pelo menos, é que a partir de agora, o governo seja mais vigilante, não apenas em relação a estes programas, mas, com tudo que está em seu poder.


*Evenilson Santana - Radialista/jornalista/administrador/gestor em comunicação empresarial e especialista em marketing.

26 de dezembro de 2017

SUPERSTIÇÃO: PIMENTA "CHORA NEGÃO" AQUECE A PAIXÃO NO RÉVEILLON, SERÁ?



Superstições para a noite de réveillon não faltam, mas, entre tantas opções dizem que vale a pena até comer pimenta na virada do ano para esquentar a paixão. Será? Quer arriscar? Conheça as opções. Em Aracaju, há quem diga que a "CHORA NEGÃO" é a mais pedida. O porquê desse nome. Veja ...

13 de dezembro de 2017

SERIA O FIM DA FUNDAÇÃO HOSPITALAR DE SAÚDE EM SERGIPE? QUESTÃO DE ORDEM





Diante de um cenário de incertezas é possível mesmo que a Fundação Hospitalar de Saúde acabe? Porque? Isso acontecendo, como ficaria a situação dos trabalhadores? O que prevê a legislação? Há saída para esse imbróglio jurídico?

Saiba estas e outras respostas nessa entrevista com o advogado André Kazukas, que tem se aprofundado muito na questão. As considerações feitas por ele através de uma análise técnica, trazem revelações surpreendentes.

Conhece alguém interessado neste assunto? compartilhe este vídeo! Dê a sua opinião. Comente!

26 de setembro de 2017

DINHEIRO PÚBLICO NO LIXO. OBRAS DE CRECHES ABANDONADAS.



Uma vergonha para as Prefeituras de Nossa Senhora do Socorro, Lagarto e para o próprio Governo Federal. O dinheiro do povo, o nosso dinheiro, foi literalmente jogado no mato. As creches que atenderiam centenas de crianças ficaram no meio do caminho. Para os cofres públicos, prejuízos que nestes dois municípios sergipanos passam de R$ 2,5 MI. Acompanhe a reportagem e confira os dados.. #compartilhe

O que você achou? Comente.